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O que fazer com Petrobras (PETR4) pós-Prates e Auren (AURE3) e AES (AESB3) pós-fusão? Veja 5 destaques em Comprar ou Vender – Money Times

Fonte: Giovana Leal
petrobras prates
Prates sai da presidência da Petrobras e estatal volta aos holofotes (Imagem: Agência Petrobras)

Nesta semana, a Petrobras (PETR3PETR4) voltou aos holofotes. A companhia confirmou o encerramento antecipado, “de forma negociada”, do mandato de Jean Paul Prates e indicou Magda Chambriard para o cargo de CEO.

Em reação, as ações da petroleira desabaram na Bolsa de Valores e pesaram no Ibovespa (IBOV). Apesar disso, o mercado não deve ‘desmamar’ da estatal tão cedo.

Segundo o gestor Luiz Fernando, da Finacap, deixar a Petrobras fora do portfólio pode ser um risco. Isso, porque a estatal possui um peso enorme no Ibovespa, de 13%. “Você, como gestor de ações, se não investe em Petrobras, descola do índice”, afirma.

Também na semana, a Auren (AURE3) e a AES Brasil (AESB3) ganharam destaque. As companhias confirmaram uma fusão para criar a terceira maior geradora do Brasil.

Gustavo Faria e Arthur Pereira, do Bank of America, têm visões cuidadosas para Auren e AES. “Vemos as duas sendo negociadas com valuations ricos, ao mesmo tempo em que há riscos de ganhos”, dizem.

Veja a análise dos especialistas a seguir e outros destaques da editoria Comprar ou Vender do Money Times na semana:

5º – Acionista da AES Brasil (AESB3): Você tem 3 cartas na mesa após incorporação da Auren (AURE3); qual escolher?

E o que era especulação se tornou realidade. A americana AES vai deixar o Brasil após 17 anos. Desde janeiro, o mercado aguardava algum anúncio. Restava saber quem seria o comprador.

Segundo analistas, a alta alavancagem e ativos próximos ao final de concessão contribuíram para a saída da operadora gringa.

Confira a matéria completa aqui.

4º – Esta elétrica pode se tornar player de dividendos e saltar 65%; veja a nova ação favorita do Itaú BBA no setor

Itaú BBA elevou a recomendação da Serena (SRNA3) para outperfom (desempenho acima da média do mercado), mostra relatório de segunda-feira (13). O preço-alvo das ações da ex-Ômega também subiu para R$ 14,60, o que implica uma potencial alta de cerca de 65%.

“Após dois anos de transformação e com uma nova frente de negócios nos Estados Unidos, Serena emergiu como nossa principal escolha entre as geradoras de energia”, dizem Fillipe Andrade, Marcelo Sá, Luiza Candiota e Victor Cunha.

Confira a matéria completa aqui.

3º – Petrobras (PETR4): Por que tubarões não vão ‘desmamar’ da estatal tão cedo

Mais uma vez, o mercado se volta para repercutir a saída de um CEO da Petrobras (PETR4). Em cinco anos, oito presidentes passaram pela cadeira da maior estatal brasileira, incluindo interinos. Durante o governo Bolsonaro, foram quatro. E em menos de dois anos, o presidente Lula demite o CEO, no que já está virando quase uma tradição no noticiário econômico.

Confira a matéria completa aqui.

2º – O que falta para o Bitcoin (BTC) deslanchar de vez, após o halving e a aprovação dos ETFs no mercado à vista?

Abril marcou o tão aguardado halving do Bitcoin (BTC) – o quarto de sua história –, evento que reduz as recompensas por bloco e inaugura uma nova era para os mineradores da principal criptomoeda do mercado. Sempre cercado de grande expectativa, o halving indica ciclos de alta no mercado, alimentados pela perspectiva de uma escassez crescente da criptomoeda.

O halving de 2024, contudo, trouxe um tempero especial a essa receita já conhecida: a recente aprovação dos ETFs à vista nos EUA, que prometia “abrir as comportas” para um fluxo substancial de novos investimentos.

Confira a matéria completa aqui.

1º – Santander corta preço-alvo desta ação em 80% e rebaixa recomendação

Santander rebaixou a recomendação de Viveo (VVEO3) para neutra e cortou o preço-alvo em 80%, de R$ 21 para R$ 4, mostra relatório de domingo (12). Segundo Caio Moscardini, Guilherme Gripp e Karoline Correia, o fraco dinamismo dos lucros e a elevada alavancagem conduziram ao corte.

Os analistas explicam que a companhia passou por uma intensa onda de fusões e aquisições, que praticamente multiplicou as receitas em quatro vezes nos últimos cinco anos. Os primeiros anos das integrações “foram tranquilos”, mas, agora, o cenário mudou.

Confira a matéria completa aqui.

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