Com mais de R$ 9,38 bilhões movimentados, a última Black Friday consolidou a data como um dos mais importantes eventos do varejo brasileiro. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), que registrou um aumento de 44% nas transações realizadas em canais físicos e digitais. Programada para o dia 28 de novembro, a próxima edição deverá contabilizar um faturamento total de mais de R$ 13 bilhões durante o período.
Mais do que uma aceleradora de receitas, a Black Friday também é uma oportunidade estratégica de aquisição de clientes, fidelização de público e giro de estoque. Além do impulsionamento direto das operações de lojistas, os efeitos se estendem a diversos setores adjacentes, como logística, tecnologia e publicidade. O momento ainda pode ser aproveitado como uma chance de fortalecer a presença no mercado.
Entretanto, a grande demanda traz um enorme desafio: atender com eficiência, garantindo que a jornada de compra seja satisfatória ao consumidor. Nesse ponto, contar com infraestrutura tecnológica e meios de pagamento robustos pode fazer toda a diferença. Para Angelo Russomanno, diretor de pagamentos e recebimentos para PMEs do Itaú Unibanco, essa estrutura é um fator cada vez mais decisivo para aproveitar oportunidades de longo prazo.
“É necessário atender à alta demanda com eficiência para garantir que a experiência de compra seja proveitosa e segura. Quando essa jornada é bem executada, o impacto positivo pode se estender para os meses seguintes”, explica.
Os pontos de atenção para a Black Friday também incluem a garantia da estabilidade operacional de pagamentos. De acordo com um levantamento realizado pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Fundação Getulio Vargas (FGVcia), mais da metade dos lojistas nacionais reportou lentidão ou falhas em sistemas de e-commerce durante momentos de pico — resultando em abandonos de carrinho e perdas de vendas.
Diante desses desafios, Russomanno destaca o compromisso do banco em oferecer soluções que convertam o aumento na demanda em oportunidades reais de crescimento. Entre os principais exemplos, ele cita a atuação da Rede, plataforma de meios de pagamento do Itaú, durante a última semana da Black Friday. Com mais de 130 milhões de operações realizadas, os terminais da empresa operaram com picos de aproximadamente 1,3 mil processos por segundo e 100% de disponibilidade sistêmica.
A assertividade das taxas de aprovação é outro diferencial apontado pelo executivo: há mais de três anos a Rede mantém uma das melhores taxas de conversão do setor, com índices de aprovação acima de 88% e impactos diretos no volume de vendas finalizadas pelos lojistas. “O Itaú usa dados para conseguir a melhor taxa de aprovação e qualificar com maior assertividade as transações boas e as fraudulentas. Isso é muito importante para o e-commerce, pois permite ao empreendedor minimizar falhas e manter a experiência de compra rápida e segura, desde a escolha do produto até a confirmação do pagamento”, complementa.

ESTRATÉGIA INTEGRADA
A elaboração de jornadas de compras para a Black Friday também deve contemplar o planejamento estratégico e o mapeamento de novos hábitos de consumo. Entre os movimentos que precisam entrar no radar dos varejistas para os próximos meses, está a ascensão do Pix como a modalidade de pagamento preferida dos brasileiros. Durante a última edição, o Banco Central anunciou o recorde de 239,9 milhões de transações realizadas em apenas um dia, representando um avanço de 121% em relação ao período anterior.
“O Pix se tornou mais do que um meio de pagamento e passou a ser uma ferramenta capaz de gerar impacto real nos negócios, como redução de custo operacional, liquidez imediata, agilidade na jornada de compra e aumento da taxa de conversão. A modalidade permite que o lojista tenha acesso a novas audiências e tarifas menores, o que possibilita investir em desconto aos seus consumidores”, diz Russomanno.
Além de analisar tendências gerais, o executivo também recomenda calibrar a estratégia de acordo com diferentes perfis de clientes. O planejamento deve ter como base o cruzamento entre a proposta de valor, o preço final e as preferências de compra do público. “Uma dica valiosa é dar ao comprador o máximo de opções de escolha entre os métodos de pagamento, incluindo políticas de parcelamento alinhadas ao ticket médio e mix completo de cartões, Pix e carteiras digitais. Com essas alternativas, o lojista consegue atender diversos perfis de consumidores, reduzindo o risco de fricção no checkout e trazendo maior agilidade ao processo”, complementa.
No centro de todas essas ações, está a importância de manter uma estrutura integrada de segurança e monitoramento de resultados. “Nosso modelo tem como base o acompanhamento constante das transações, antecipando possíveis falhas e oferecendo insights para que os empreendedores ajustem sua estratégia de forma rápida e precisa. É fundamental ter um parceiro que possua infraestrutura tecnológica de ponta e equipe especializada para garantir o máximo de performance durante a Black Friday”, conclui Russomanno.
No caso do Itaú, o diferencial está na visão 360° proporcionada pela atuação dos serviços de banco (Itaú Empresas) e adquirência (Rede), com um portfólio completo de soluções de pagamento, recebimento e gestão de fluxo de caixa tanto no físico quanto no digital. Os serviços incluem links de pagamento, carteiras digitais, diferentes modalidades de Pix, relatórios financeiros consolidados e opções de antecipação de recebíveis, além de uma plataforma segura, com alta capacidade transacional e monitoria 24 horas, sete dias por semana, garantindo, assim, melhor desempenho durante o ano inteiro e atuação reforçada no período da Black Friday.







