The Hard Mode: o clube que troca networking por autoridade entre mulheres de negócio

Fonte: Redação

O clube nasce com uma tese clara: fortalecer mulheres não é apenas dizer que elas podem ocupar espaços. É criar as condições para que elas sejam reconhecidas pela densidade do que constroem dentro deles


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Divulgação — Foto: Divulgação

Marcela Zaidem, CEO da CNP e especialista em cultura, liderança e desenvolvimento organizacional, lança o The Hard Mode (THM), clube de negócios voltado a mulheres com repertório e ambição de crescimento. A proposta parte de uma tese direta: fortalecer mulheres não é garantir que ocupem espaços, e sim criar as condições para que sejam reconhecidas pelo que constroem dentro deles.

Formado por convite, o clube funciona como mesa de negócios, desenvolvimento e posicionamento, não como espaço de networking tradicional. O objetivo é ampliar repertório, criar conexões estratégicas e converter experiência em autoridade reconhecida. “O feminino nos reúne, mas não é o limite da conversa. O The Hard Mode existe para mulheres que querem ser chamadas não porque representam uma categoria, mas porque carregam uma leitura que muda a qualidade da decisão”, diz Marcela Zaidem, fundadora do clube.

O nome é uma provocação: construir autoridade e crescimento pela via difícil, sem atalhos e sem depender apenas de visibilidade. Para o THM, autoridade vem da combinação entre autoconhecimento, construção real, performance consistente e pensamento próprio.

A comunidade se organiza em quatro frentes: autodesenvolvimento, empreendedorismo, entendido como autoria sobre a própria trajetória, e não só criação de empresas, alto desempenho e autoridade, esta última construída a partir de produção de pensamento e presença pública qualificada.

As primeiras iniciativas incluem encontros presenciais, experiências de desenvolvimento, conexões estratégicas entre as participantes e a THM Magazine, publicação que vai transformar repertório em conteúdo publicado e dar visibilidade aos territórios de autoridade das integrantes, chamadas no clube de “membras”, escolha de linguagem que sustenta parte da identidade do projeto.

“Não queremos apenas aumentar a visibilidade dessas mulheres. Queremos fortalecer a associação entre o nome delas e o valor que elas já constroem. Visibilidade faz alguém olhar. Posicionamento faz alguém lembrar. Autoridade faz alguém chamar”, completa Marcela.

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