A Sanii, healthtech de serviço domiciliar para o cuidado de idosos, anunciou nesta segunda-feira (24/11) a captação de R$ 5 milhões em uma rodada de follow on com a Sororitê Ventures. Anteriormente, em 2023, a startup havia levantado R$ 8 milhões em um pré-seed com os fundos internacionais Seedstar, TipTop VC e Geist Capital, além do GVAngels.
Fundada em 2022 por Angelina Clarke, Michael Kapps e Renato Tilkian, a Sanii desenvolveu uma plataforma que integra recrutamento, treinamento, gestão de escalas, monitoramento remoto e todo o backoffice operacional para o cuidado domiciliar de idosos.
“Identificamos na Sanii um mercado gigantesco com uma dor extremamente urgente, sentida por milhares de famílias brasileiras. O envelhecimento populacional é uma realidade inevitável e a solução que a Sanii oferece é trazer a tecnologia como base central da resposta a este problema”, afirmou Erica Fridman, cofundadora e general partner da Sororitê Ventures, em nota à imprensa.
Startups:
A healthtech, que soma mais de 38 mil visitas por ano e mais de 450 mil horas de cuidados, quer ir além da conexão entre cuidadores e famílias: o objetivo é construir um ecossistema completo de cuidados domiciliares, incluindo entrega de medicamentos, vacinas, exames, fisioterapia, atendimento odontológico, com monitoramento com câmeras e sensores.
Com a injeção de capital, a healthtech pretende expandir a atuação para o interior e o litoral de São Paulo, fortalecendo as parcerias com hospitais e clínicas para ampliar a base de clientes e profissionais de saúde, investir em tecnologia e inteligência artificial para aprimorar o match entre cuidadores e pacientes. Além disso, a startup quer amplificar o seu leque de serviços, com foco em fragilidade, alzheimer, demência paliativa e também cuidados pós-evento agudo, como AVC, fratura de fêmur/quadril e internações prolongadas.
“Estamos elevando o conceito de cuidador de idoso, trazendo profissionalismo para um setor estigmatizado. A tecnologia nos permite monitorar o trabalho à distância, coletar dados sobre os pacientes, manter famílias informadas e garantir a alocação do perfil mais adequado para cada caso”, pontuou Michael Kapps, CPO da Sanii.







