No competitivo mercado de assessoria de investimentos, o conceito de partnership — ou sociedade entre sócios — tem se tornado um dos principais motores de crescimento e consolidação. Mais do que um modelo de participação nos lucros, esse modelo representa uma estrutura de pertencimento e valorização de talentos, em que assessores e executivos passam a ter participação societária real (quotas) e, consequentemente, voz ativa nas decisões estratégicas da empresa.
De acordo com dados da Ancord e da B3, o número de assessorias credenciadas com estrutura de partnership cresceu mais de 35% nos últimos três anos, impulsionado pela profissionalização do setor e pela busca de modelos sustentáveis de governança. Esse formato, comum em grandes bancos de investimento e escritórios de advocacia, agora ganha protagonismo entre escritórios independentes de investimento, como a WP Manager, que adota o modelo como parte central da sua cultura de negócios.
“Acreditamos que o partnership é a base para construir uma empresa sólida, onde todos crescem juntos. Quando o assessor se torna sócio, ele deixa de ser apenas um prestador de serviço e passa a ser um empreendedor dentro da própria estrutura — com participação real, visão de dono e engajamento de longo prazo”, destaca Guilherme Utpadel, CEO da WP Manager.
No universo financeiro, o partnership vai muito além do profit sharing (divisão de lucros). Envolve acordos de sócios, cap tables transparentes e planos de vesting — instrumentos que definem o período e as condições para o profissional adquirir suas quotas societárias. Também podem incluir mecanismos de proteção, como tag along e drag along, garantindo direitos e deveres equilibrados entre sócios minoritários e majoritários.
Para Guilherme, esse tipo de estrutura é fundamental em um mercado cada vez mais dinâmico e desafiador: “A WP Manager enxerga o partnership como um diferencial estratégico. É o que nos permite atrair e reter os melhores talentos, além de alinhar os interesses de todos com os resultados de longo prazo da companhia. Em um setor movido por confiança e performance, dividir o crescimento é a melhor forma de garantir sustentabilidade.”
Outro ponto relevante é o impacto do partnership no valuation — a avaliação de valor da empresa. Uma estrutura sólida de sócios engajados tende a aumentar a previsibilidade de receitas e reduzir riscos de rotatividade, elevando o valor da companhia em eventuais processos de expansão, fusão ou abertura de capital. Além disso, modelos complementares como phantom shares, buyback agreements e lock-up clauses podem ser utilizados para proteger a governança e incentivar o comprometimento de longo prazo.
Segundo especialistas do setor, empresas com estruturas de partnership bem definidas apresentam, em média, 20% mais produtividade e 30% menos turnover entre seus assessores, índices que reforçam o poder do alinhamento de interesses entre empresa e profissional.
“O futuro da assessoria de investimentos é colaborativo. O partnership cria uma cultura de dono, em que cada decisão é pensada com responsabilidade e propósito. Isso transforma o negócio em um verdadeiro ecossistema de crescimento compartilhado”, conclui o CEO.







