Ele transformou um consultório com receita anual de R$ 48 mil em uma rede que fatura R$ 70 milhões

Fonte: Redação

Propósito e determinação guiaram a trajetória bem-sucedida de Henrique Vieira, um garoto do subúrbio do Rio de Janeiro que começou a trabalhar aos 13 anos de idade. Aos 17, havia juntado dinheiro para investir em um curso para trilhar a carreira militar, mas a história mudou quando conheceu a atual esposa, cuja família tinha uma clínica popular no bairro carioca Marechal Hermes.

“Naquela época, meu sogro me convidou para ajudar a organizar o negócio, proporcionando meu primeiro contato com o setor de saúde”, lembra. E foi no dia a dia, atuando com a venda para pessoa física e jurídica, que ele se deparou com o campo da medicina do trabalho.

Interessado pelo segmento, fez um curso técnico e se apaixonou pela área. A oportunidade de empreender sozinho veio de forma inusitada. “Conheci a SegMedic, um pequeno consultório de medicina ocupacional formado por dois médicos aposentados e um engenheiro. Na época, eles faturavam R$ 4,5 mil por mês e queriam passar a operação para frente. Então, comprei a empresa por R$ 5 mil parcelados”, conta.

A partir daí, Henrique foi para a rua vender o serviço de porta em porta. Com uma carteira que já fazia o negócio caminhar, ele enxergou outra nova oportunidade. “As organizações me acionavam perguntando se eu também conseguiria oferecer a parte assistencial para seus colaboradores”, diz.

Adaptando as instalações, na mesma pequena clínica em que vendia saúde ocupacional, ele passou a oferecer consultas médicas aos funcionários dos clientes. “Porém, me incomodava demais ver as pessoas esperando no corredor e decidi investir em um espaço maior”, afirma. O novo projeto foi pensado com uma estrutura moderna e ambientes confortáveis e acolhedores, características que chamam a atenção em todas as atuais clínicas da rede.

Diferentemente do que se espera, Henrique prefere passar o dia na rua, buscando estar muito próximo das operações da empresa — Foto: Marco Sobral
Diferentemente do que se espera, Henrique prefere passar o dia na rua, buscando estar muito próximo das operações da empresa — Foto: Marco Sobral

Para realizar a mudança, Henrique recorreu ao Itaú Empresas – que, segundo ele, vem financiando suas empreitadas em todos os momentos. “De início, tinha acesso ao cheque especial. Em seguida, ao caixa reserva com juros mais baixos. Depois vieram as linhas de crédito mais estruturadas com juros mais atrativos e pagamentos mais alongados”, relata.

Dessa forma, o empreendedor conseguiu investir em estrutura, pessoas e equipamentos, fazendo a SegMedic crescer ano após ano.

Atualmente, a empresa fatura R$ 70 milhões, conta com 11 sedes, 380 colaboradores diretos, 405 médicos prestadores de serviço, 25 especialidades e realiza 3 mil consultas e 4500 exames diariamente, em parceria com o laboratório Fleury para análises clínicas.

Mais do que ajudar no início, desde a compra do negócio, o banco segue de mãos dadas com Henrique. Hoje, o Itaú Empresas apoia o negócio com a folha de pagamentos e benefícios de colaboradores, recorrência de cartão de crédito e recebimentos via laranjinha do Itaú, com a tecnologia Rede, utilizada para o pagamento de 50% dos salários da empresa atualmente.

“Além das plataformas digitais serem simples e intuitivas para o nosso dia a dia, ainda tenho uma atendimento especializado multidisciplinar do banco para ajudar em qualquer situação”, comenta. Os próximos projetos em que estão trabalhando juntos são a estruturação de debêntures e o planejamento de fusões e aquisições (M&A).

O fortalecimento da organização com o apoio estratégico do Itaú Empresas é comprovado por um recente estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que mostra que negócios que recebem esse tipo de suporte do banco têm 30% mais chances de permanecerem ativos após cinco anos, crescem com consistência e possuem 25% mais chances de diversificação. A mesma pesquisa mostra também o impacto do crédito concedido a instituição na economia como um todo: cada R$ 1 concedido gera R$ 1,56 em PIB e mais de 6 milhões de empregos assegurados.

Cultura do bem

Henrique lembra que a jornada não foi fácil, até porque mergulhou no empreendedorismo sozinho. Entretanto, contou com apoio de muitos parceiros e focou no propósito de mudar a vida das pessoas por meio do negócio que escolheu.

“Já passei dificuldades em casa, então hoje, é extremamente gratificante saber que a SegMedic, além de cuidar da saúde dos atendidos, também é responsável pela qualidade de vida de muitas famílias que trabalham aqui”, afirma.

Isso se reflete na cultura que ele faz questão de espalhar por todas as áreas do negócio. Henrique conta que, apesar de ter seu escritório, prefere passar o dia na rua, rodando pelas unidades, buscando estar muito próximo das operações. “O cliente deposita a vida dele nas nossas mãos, então estamos atentos para servi-lo da melhor maneira”, conclui.

Assista ao vídeo com a história da SegMedic no Instagram de PEGN:

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