Com gestão

Fonte: Redação

O ano de 2026 mal começou e a Lima Bravo Aircraft já garantiu o resultado esperado para todo o primeiro semestre. Em apenas 45 dias, a companhia especializada na importação e nacionalização de aeronaves executivas concretizou a venda de cinco unidades um desempenho recorde que antecipa metas e sinaliza um novo patamar de eficiência para o negócio.

O resultado expressivo reflete um momento de ebulição no mercado. O Brasil consolidou-se como um dos epicentros globais da aviação de negócios, ocupando a posição de segunda maior frota do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Segundo dados da Associação Brasileira de Aviação Geral (ABAG) com base na ANAC, a frota nacional atingiu a marca de 11.239 aeronaves em novembro de 2025, um crescimento de 6,5% em relação ao ano anterior.

Para surfar essa onda de crescimento, no entanto, a Lima Bravo precisou ir além da intermediação tradicional. A empresa adotou uma estratégia de “acompanhamento total”, onde a liderança sai do escritório e atua diretamente no campo das inspeções técnicas no exterior até a entrega das chaves no Brasil.

Em um mercado que movimenta cifras milionárias e exige alta precisão técnica, a confiança é a moeda mais valiosa. Para escalar as vendas em tempo recorde, a Lima Bravo apostou na figura dos sócios atuando como consultores técnicos, e não apenas executivos.

Luiz Eduardo Boareto, CEO da empresa, participa pessoalmente das etapas críticas, como visitas técnicas internacionais e validação documental. A estratégia visa eliminar ruídos e garantir a segurança da operação de importação.

“Eu acompanho pessoalmente cada aeronave em campo. Estou nas inspeções, nas negociações, na nacionalização e na entrega”, explica Boareto. Para o empreendedor, a terceirização excessiva gera insegurança no cliente final. “Quem compra um ativo desse porte precisa de segurança real e isso só acontece com presença, experiência e responsabilidade direta.”

A estruturação comercial segue a mesma lógica de personalização. Alexandre Dadalti, sócio e diretor de vendas e projetos, foca em desenhar soluções sob medida para cada cliente, transformando a compra da aeronave em um projeto de logística corporativa. “Cada aquisição é tratada como um projeto único. Nosso papel é entender o objetivo do cliente e garantir previsibilidade em todas as etapas”, afirma Dadalti.

A aceleração das vendas da Lima Bravo indica uma mudança de mentalidade no empresariado brasileiro. O jato executivo deixou de ser visto apenas como um símbolo de status e passou a ser encarado como infraestrutura estratégica de mobilidade.

Com mais de mil jatos executivos registrados no país, a aviação de negócios tornou-se essencial para empresários que precisam visitar múltiplas unidades fabris, fazendas ou filiais em um curto espaço de tempo, algo inviável na malha aérea comercial.

Com a meta do semestre já batida, a Lima Bravo agora foca na expansão internacional e no fortalecimento da marca. A empresa projeta fechar novas negociações ao longo de 2026, atendendo a uma classe empresarial que busca eficiência e que vê na aeronave uma ferramenta para ganhar tempo e escalar seus próprios negócios.

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