A força do caixa protegido

Fonte: Redação

Quando Gustavo de Figueiredo Ferreira se refere à Five Tour, fala como alguém que conhece o turismo por dentro desde muito jovem. Ele cresceu entre bilhetes impressos manualmente, reservas de hotel e atendimentos ao público, acompanhando de perto a rotina da agência, fundada pelos pais, no fim dos anos 1990. Anos depois, assumiria o comando do negócio e conduziria a empresa por alguns dos momentos mais desafiadores do setor.

A Five Tour se profissionalizou, cresceu, ampliou a equipe e a estrutura. Mas foi durante a pandemia que Gustavo enfrentou o maior teste da trajetória como gestor. Em 2020, com grupos internacionais organizados e clientes prontos para viajar, a paralisação repentina obrigou o cancelamento de tudo. As vendas zeraram. O caixa passou a ser consumido pela folha de pagamento e por operações básicas. Gustavo manteve a equipe por um ano inteiro com recursos próprios, acreditando em uma retomada rápida. A segunda onda mostrou que seria diferente.

Foi nesse cenário de incerteza que ele ouviu falar do PRONAMPE CAIXA. A indicação veio de um amigo, que sugeriu procurar o gerente do banco. A experiência foi decisiva.

“Do pedido até o crédito cair na conta, não deu dez dias”, lembra. Ele explica que, no lugar de burocracia, encontrou orientação clara, processo ágil e atendimento próximo. O crédito contratado em 2021 garantiu o fôlego para atravessar a fase mais dura, preservando empregos e relações com fornecedores.

Com a recuperação do setor e o primeiro empréstimo quitado, Gustavo voltou à CAIXA, em 2024, para renovar o PRONAMPE, dessa vez de forma estratégica. O turismo lida com altos volumes financeiros, pagamentos antecipados a fornecedores internacionais e recebimentos parcelados. A volatilidade do câmbio acrescenta uma camada adicional de risco.

“O que quebra uma empresa não é a falta de venda”, afirma Gustavo. “É não ter caixa para sobreviver aos meses ruins até que os meses bons voltem.”

O novo PRONAMPE reforçou o capital de giro, permitiu fixar o câmbio em momentos mais favoráveis e deu previsibilidade ao negócio. Ele descreve a linha como um tipo de seguro que garante estabilidade operacional.

O relacionamento com a CAIXA, que começou em um momento de crise, se transformou em parceria permanente. Gustavo destaca o atendimento humanizado e a proximidade com o gerente, que acompanha a Five Tour de perto e entende suas necessidades. “Nos outros bancos, a gente é só um número. Na CAIXA, me conhecem pelo nome. Sabem quantas pessoas trabalham comigo e o que a empresa precisa”, afirma.

Com a confiança construída, a Five Tour passou a concentrar boa parte da vida financeira na instituição: pagamentos, serviços digitais, cartão corporativo, aplicações e folha. Gustavo diz que isso simplifica a gestão e fortalece o planejamento de longo prazo. A empresa segue investindo em tecnologia, aprimorando o atendimento e ampliando serviços, agora com a segurança de um caixa mais robusto e de um parceiro financeiro que acompanha seu ritmo.

Ao compartilhar sua experiência com outros empresários, Gustavo costuma reforçar uma lição que aprendeu na prática: ninguém empreende sozinho. “Todo empresário precisa de três grandes aliados: o gerente do banco, o contador e o advogado”, avisa. E deixa um conselho direto para quem ainda hesita em buscar crédito. “Na CAIXA, o pequeno e o médio empresário são tratados com respeito. É um banco humano, feito para quem empreende no Brasil”, conclui.

Para conhecer todas as soluções que a CAIXA tem para sua empresa, acesse o site.

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